Apresentação:

A Rozini é uma indústria nacional, que produz de forma artesanal Violões, Violas Caipira, Cavacos, Banjos e Bandolins.

Na percussão, produzimos pandeiros e o exclusivo Tanajura, além de distribuirmos acessórios musicais como tarraxas, equalizadores, cases, etc.

A origem:

Em meados da década de 90, José Roberto Rozini, então representante comercial do mercado de instrumentos musicais, em uma de suas habituais visitas a clientes, encontra casualmente José Pereira, experiente Luthier, recém aposentado depois de 30 anos de trabalho, prestados a um dos maiores e seculares fabricantes de instrumentos do Brasil.

Zé Pereira entregava nesta loja alguns de seus cavaquinhos artesanais, quando o Zé Rozini percebeu ali uma oportunidade.

Deste encontro, depois de um bom bate papo, Zé Rozini com seu grande tino comercial, passou a revender os cavaquinhos de Zé Pereira.

O sucesso foi imediato!

Não foi necessário muito tempo para os dois amigos sentarem novamente para uma nova conversa e então, decidirem pelo nascimento de uma nova empresa.

Foi assim, que em Novembro de 1995, a Rozini começa suas atividades.

Esta parceria teve o comprometimento, desde o início, de entrar no mercado com um produto próprio, genuinamente brasileiro, que oferecesse qualidade e preço justo.

Depois dos cavaquinhos vieram os banjos, violões e então a viola caipira.

Esta ultima, uma paixão de Zé Pereira. Talvez daí venha a explicação de tamanho sucesso que a Rozini atingiu com este instrumento.

Assim, seguimos esse legado, fazendo novas parcerias com outros experientes luthiers e sempre atentos as necessidades dos músicos, constantemente revendo conceitos e aplicando-os em nossos instrumentos.

Para refletir:

O mercado de instrumentos musicais é muito concorrido. Tradicionais fabricantes nacionais do setor fecharam suas portas ou passam por dificuldades.

Altos impostos deixam o custo de nossos instrumentos com um valor pouco atrativo comparado com o grande número de opções de importados disponíveis no mercado, principalmente os provenientes da China, os famosos "Ching-lings".

Sobre esta questão, existem dois aspectos onde é válido refletir.

Primeiro, o cunho social:

Neste caso, citamos nosso próprio exemplo,

A Rozini emprega por volta de 90 colaboradores diretos e muitos outros indiretos. Cada colaborador tem seus próprios dependentes. O que está acontecendo, por conta da entrada desses importados, é que fabricantes mais tradicionais e que empregavam muito mais mão-de-obra que a Rozini, estão fechando suas portas, desamparando famílias inteiras.

Como consumidor que somos, realmente e infelizmente, nossa preocupação é mais imediatista, ou seja, no momento da compra o que importa é gastar menos.

Neste caso, pensemos no segundo aspecto:

Nos dirigimos mais especificamente a quem está começando seus estudos musicais.

É notório que além de preços atraentes, a grande maioria desses instrumentos, pouco ou nada mais tem a oferecer.

Matérias-prima de muito baixa qualidade, falta de conhecimento técnico empregado na mão-de-obra e a ausência total de um controle de qualidade, infelizmente, são características desses instrumentos. Dessa forma, um grande talento poderá se perder já nos primeiros acordes, no momento que não conseguir construir sequencias em uma escala que não oferece afinação ou pelo desconforto de um instrumento mal ajustado com cordas altas ou empenado.

Pra piorar, a maioria deles não oferecem qualquer garantia ou assistência.

Para finalizar este assunto, o que queremos deixar claro é que, absolutamente, não temos nada contra os instrumentos importados que agregam qualidade a um preço justo. Nem impor a idéia de que optem por instrumentos nacionais simplesmente por que geram empregos a brasileiros. A mensagem que queremos passar aqui é que na hora de sua escolha, leve em consideração a questão custo/benefício.